A Partir De Qual Idade É Permitido Consultar um Clínico Geral?

A Partir De Quantos Anos Pode Passar No Clinico Geral

Respeite o sigilo entre médico e paciente. – Quando o adolescente tiver o crescimento consolidado e a autonomia para cuidar da saúde, pode realizar a transição do pediatra para um clínico geral . Não há uma idade padrão para essa mudança, mas costuma ser por volta dos 18 anos . 3 Mezh. 2019

Sexo e transformações: quando ocorrem as mudanças?

De acordo com Queiroz, os adolescentes têm diversas preocupações em relação à sua saúde e aparência. Entre as principais queixas estão o medo de não se desenvolverem adequadamente em termos de estatura, peso e forma corporal. Além disso, eles também temem ser diferentes dos amigos, lidam com problemas como acne, cólicas menstruais (dismenorreia) e alterações na coluna associadas ao estirão de crescimento. Outras questões mencionadas incluem o crescimento transitório da glândula mamária no sexo masculino (ginecomastia), atraso puberal, sobrepeso e obesidade, além de problemas alérgicos como asma e rinite alérgica.

Segundo a autora, durante a adolescência ocorrem três perdas importantes: a do corpo infantil, a da identidade e papel que tínhamos quando éramos crianças, e o tratamento diferenciado recebido pelos pais na infância.

Além das perdas que precisam ser superadas, os adolescentes apresentam características comuns nessa fase da vida, como variações de humor, uma noção singular do tempo, tendência a se agrupar em cliques e uma sensação de invulnerabilidade e imortalidade. Alguns também adotam comportamentos arriscados relacionados à proteção durante o sexo e ao uso de drogas. Essas atitudes podem levar a consequências prejudiciais, como baixo desempenho escolar, excesso de tempo gasto em dispositivos eletrônicos e instabilidade emocional.

Compete ao médico especialista em adolescência avaliar a gravidade dos problemas enfrentados pelos jovens e decidir se é necessário encaminhá-los para outros profissionais. No que diz respeito à sexualidade, é fundamental abordar o assunto de forma natural e confortável, pois os adolescentes costumam ter muitas dúvidas sobre sexo. Eles buscam informações sobre masturbação, primeira relação sexual, identidade sexual, experiências homossexuais e escolha de métodos contraceptivos. Além disso, eles também têm receios relacionados à dor durante o ato sexual, contrair doenças ou engravidar.

De acordo com um especialista em saúde adolescente, a sexualidade é uma parte natural do desenvolvimento humano. Durante a fase dos 10 aos 13 anos, é comum que os jovens tenham curiosidade sobre as mudanças corporais que estão ocorrendo. Já entre os 14 e os 16 anos, eles começam a demonstrar interesse pelo desconhecido e pelo outro. Por fim, dos 17 aos 20 anos, estabelece-se sua identidade sexual através de relacionamentos mais maduros.

A identificação do estágio de desenvolvimento sexual na adolescência é fundamental para que os médicos especializados possam abordar questões relacionadas à prevenção de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis. Além disso, essa compreensão auxilia na orientação sobre o momento adequado para iniciar a atividade sexual, considerando as implicações psicológicas dessa experiência em fases muito precoces da adolescência. É importante encorajar os adolescentes a assumirem responsabilidade pelo cuidado com seus corpos, buscando uma vivência sexual saudável e feliz. Essa abordagem é essencial para garantir um acompanhamento adequado nessa fase da vida dos jovens.

Durante a adolescência, que abrange dos 10 aos 19 anos de idade, ocorrem transformações no corpo, liberação de hormônios e surgimento de diversas dúvidas. Essa fase é crucial e peculiar, pois envolve um rápido desenvolvimento físico, cognitivo, social e sexual, com impactos significativos na vida adulta.

No entanto, é comum que os cuidados com a saúde sejam negligenciados durante esse período, especialmente entre os meninos. Os médicos urologistas observam que muitas vezes não há presença de garotos nessa faixa etária em seus consultórios. Enquanto as meninas são levadas ao ginecologista assim que entram na puberdade, elas ficam desassistidas por anos a fio.

Não existem dados específicos no país que confirmem essa percepção, mas de acordo com estimativas da SBU, é provável que o índice de consultas médicas entre os jovens brasileiros seja semelhante ao registrado nos Estados Unidos. A dificuldade dos homens em buscar atendimento médico é uma realidade global. Nos EUA, a maioria das visitas ao urologista (43%) ocorre devido a problemas crônicos, enquanto as mulheres representam 71% das consultas ginecológicas preventivas.

Segundo a hebiatra Lilian Day Hagel, que faz parte do Departamento Científico de Adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), é evidente que os meninos também procuram assistência médica. No entanto, o que ainda falta é uma especialidade específica para atender às necessidades dessa faixa etária.

Segundo uma médica que trabalha com adolescentes em um hospital de Porto Alegre, tanto meninos quanto meninas procuram serviços especializados em ambulatórios e consultórios. No entanto, a dificuldade para os meninos é encontrar atendimento adequado, já que as garotas têm como referência o ginecologista, enquanto os rapazes não possuem uma relação tão fácil com o urologista.

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Com o objetivo de incentivar a aproximação dos meninos com a urologia, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) lançou uma campanha chamada #VemProUro. Nessa iniciativa, médicos das diferentes seções estaduais da SBU promovem palestras informativas em escolas, hospitais e locais frequentados por adolescentes.

Durante a fase da adolescência, é comum que os jovens se afastem dos pais e busquem apoio nos seus melhores amigos. Muitas vezes, esses amigos têm conhecimento limitado sobre questões de saúde e podem não ser capazes de oferecer o suporte adequado. Nesse período conturbado de mudanças físicas e hormonais, os adolescentes sentem falta de uma figura médica presente para ajudar a promover sua saúde, prevenir acidentes e responder às dúvidas que surgem.

É importante que os médicos estejam atentos às fragilidades sociais dos adolescentes, como seus relacionamentos familiares e sua vulnerabilidade ao uso de substâncias como drogas, álcool ou cigarro. O urologista desempenha um papel crucial nesse contexto e é recomendado que os jovens comecem a fazer consultas regulares a partir dos 13 anos, mesmo na ausência de doenças no trato geniturinário. Essa abordagem preventiva pode ajudar a identificar problemas sociais precocemente e oferecer o suporte necessário aos adolescentes.

Doenças mais frequentes em adolescentes do sexo masculino

A dilatação das veias nos testículos, conhecida como varicocele, é uma condição muito comum que afeta cerca de 20% a 25% dos homens em geral. Essa doença, que pode levar à infertilidade masculina, não apresenta sintomas e só pode ser detectada por meio de um exame físico dos genitais. Felizmente, a varicocele é tratável.

O câncer de testículo é o tipo mais comum de câncer entre homens jovens, geralmente na faixa etária dos 20 aos 40 anos. Um dos principais sintomas dessa doença é o aumento do volume da bolsa escrotal ou a detecção de um nódulo no testículo ao toque. É importante ressaltar que mais de 95% desses tumores são tratáveis e curáveis. Por isso, tanto os meninos quanto seus pais e mães devem estar atentos a esse sinal e buscar um diagnóstico precoce, pois isso facilita o tratamento.

O estreitamento da pele que cobre a glande do pênis, conhecido como prepúcio, é uma condição em que um anel de constrição dificulta ou impede a exposição da cabeça do pênis. Em crianças, isso pode causar infecções locais e urinárias devido à dificuldade de higienização adequada e até mesmo problemas ao urinar.

O processo inflamatório que afeta a glande e o prepúcio do pênis é comumente causado por uma infecção aguda provocada pelo fungo cândida albicans. É importante ressaltar que essa condição não é considerada uma doença sexualmente transmissível, pois pode ser transmitida mesmo sem a realização de penetração. No entanto, durante o ato sexual, o casal pode compartilhar esse fungo. O tratamento geralmente envolve o uso de cremes tópicos e medicação oral específica para combater a infecção.

A ejaculação precoce é caracterizada pela ocorrência frequente de ejaculação antes do tempo desejado pelo homem ou pelo casal durante a relação sexual. Geralmente, isso está relacionado à ansiedade e à falta de experiência sexual em homens jovens. O tratamento para esse problema envolve principalmente terapia sexual e uso de medicamentos específicos.

A que faixa etária o clínico geral atende?

O motivo pelo qual o clínico geral não atende pacientes menores de 18 anos e maiores de 60 anos é baseado na definição da Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo a OMS, pessoas com menos de 18 anos devem ser encaminhadas para um médico especializado em pediatria, enquanto aqueles com mais de 60 anos devem procurar um geriatra. Essa divisão tem como objetivo garantir um cuidado adequado e específico para cada faixa etária.

Quando se trata do atendimento a crianças menores de 18 anos, é importante que elas recebam cuidados médicos especializados voltados para suas necessidades específicas. Os pediatras possuem conhecimentos e habilidades específicas no diagnóstico e tratamento das doenças infantis, além de estarem familiarizados com as particularidades do desenvolvimento físico e emocional das crianças.

Da mesma forma, os idosos acima dos 60 anos requerem uma abordagem diferenciada em relação à sua saúde. Com o envelhecimento, surgem condições médicas crônicas mais prevalentes nessa faixa etária, como hipertensão arterial, diabetes ou osteoporose. Os geriatras são especialistas treinados especificamente para lidar com essas questões relacionadas ao envelhecimento.

É importante ressaltar que essa divisão entre clínica geral, pediatria e geriatria não significa que outros profissionais da área médica estejam excluídos do cuidado desses grupos populacionais. Em casos específicos ou situações emergenciais, pode ser necessário buscar assistência médica imediata sem considerar a idade do paciente.

Em suma, a decisão de encaminhar pacientes menores de 18 anos para um pediatra e maiores de 60 anos para um geriatra é baseada na necessidade de oferecer cuidados especializados e adequados às diferentes fases da vida. Essa abordagem visa garantir uma atenção médica mais eficaz e personalizada, contribuindo para o bem-estar dos pacientes em cada etapa do seu desenvolvimento ou envelhecimento.

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Por que os homens evitam ir ao médico?

A falta de participação masculina em consultas médicas é principalmente influenciada por fatores culturais.

A contracepção e a reprodução são frequentemente vistas como responsabilidades exclusivas das mulheres, enquanto os homens desempenham um papel secundário, não estando diretamente envolvidos. Enquanto as mulheres fazem exames pré-concepcionais, planejam a família e realizam exames de rotina regularmente, é raro vermos os homens fazerem o mesmo. Geralmente, eles só procuram um urologista quando o casal tem dificuldades para engravidar após um longo período de tentativas. Isso reflete uma questão cultural e falta de informação que deveria ser abordada mais objetivamente nos currículos escolares. Essa é a opinião do professor Ernani Rhoden, especialista em Urologia da UFCSPA.

No entanto, a pesquisadora Denise Quaresma da Silva, especialista em psicologia e vinculada à Universidade Feevale, identifica nessa situação um reflexo profundo do patriarcado. Segundo ela, essa mentalidade sustenta a ideia de que os homens não necessitam de educação sexual, sendo considerados viris, destemidos e até mesmo como super-heróis.

Ele não fica doente, afinal, é um homem. Se o garoto tem uma dor de garganta, é apenas uma pequena dor. Mas se for uma menina, ela precisa ir ao médico porque é considerada frágil.

Ao lidar com a questão da educação sexual e gravidez na adolescência, a psicóloga deparou-se com dados relevantes sobre o assunto nas instituições educacionais.

Na minha pesquisa, é comum encontrar a opinião de algumas professoras que defendem que a educação sexual deve ser focada nas meninas, pois são elas que engravidam. No entanto, é importante lembrar que os meninos também desempenham um papel fundamental nessa questão.

De acordo com especialistas, é importante abordar a questão da gravidez na adolescência de forma inclusiva, envolvendo também os meninos.

É importante envolver os homens desde o início quando se trata do uso de preservativos. Muitas pessoas não percebem que usar preservativo é uma forma de autopreservação. Um homem que exige o uso do preservativo não está mostrando fraqueza, mas sim demonstrando seu poder e vontade de cuidar de si mesmo – conforme mencionado pela hebiatra Lilian Day Hagel.

Qual especialista para adolescentes de 15 anos?

A Medicina do Adolescente é uma área da medicina que se dedica ao cuidado de pacientes com idades entre 10 e 20 anos. Também conhecida como hebiatria, essa especialidade médica tem como objetivo principal atender às necessidades específicas desse grupo etário.

Durante a adolescência, os jovens passam por diversas mudanças físicas, emocionais e sociais. Por isso, é importante contar com profissionais especializados nessa fase da vida para oferecer um cuidado adequado e abrangente. A Medicina do Adolescente busca compreender as particularidades dessa faixa etária e fornecer orientações sobre saúde sexual, prevenção de doenças, alimentação saudável, atividade física e outros aspectos relevantes para o bem-estar dos adolescentes.

Os médicos especialistas em hebiatria possuem conhecimentos específicos sobre as questões relacionadas à puberdade, crescimento e desenvolvimento nesta fase da vida. Eles estão preparados para lidar com problemas típicos dessa idade, como acne, distúrbios menstruais nas meninas ou ginecomastia nos meninos. Além disso, também são capacitados para tratar transtornos mentais mais comuns na adolescência, como ansiedade ou depressão.

A partir de qual idade procurar um médico clínico geral?

O médico especialista em saúde adolescente, conhecido como hebiatra, possui habilidades para avaliar e compreender as necessidades individuais de cada paciente. Dentre as questões abordadas durante o atendimento, destaco a preocupação com o abuso das telas por parte dos jovens. É comum observar que muitos passam longas horas diante desses dispositivos eletrônicos, o que pode acarretar diversos problemas físicos, tais como miopia, escoliose, infecção urinária, constipação intestinal e anemia. Além disso, também é importante mencionar a questão do ciberbullying – um fenômeno preocupante na era digital. A hebiatria está atenta a essas problemáticas e busca auxiliar os adolescentes no enfrentamento dessas situações adversas visando à promoção de uma vida saudável e equilibrada.

Qual especialista atende adolescentes de 14 anos?

A hebiatria é uma área da medicina que se dedica ao cuidado da saúde dos adolescentes. Esse campo de atuação está inserido dentro da pediatria, especialidade médica voltada para o tratamento de crianças e jovens até a fase adulta.

Os profissionais de hebiatria têm como objetivo principal acompanhar o desenvolvimento físico, emocional e social dos adolescentes. Eles são responsáveis por identificar possíveis problemas de saúde nessa faixa etária, além de oferecer orientações sobre alimentação saudável, prática regular de exercícios físicos e prevenção de doenças específicas dessa fase.

Um exemplo prático do trabalho realizado pelos hebiatras é a abordagem das questões relacionadas à sexualidade na adolescência. Esses médicos estão preparados para fornecer informações claras e seguras sobre métodos contraceptivos, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e educação sexual adequada aos jovens.

Outra dica importante é incentivar os adolescentes a manterem um estilo de vida saudável. Os hebiatras podem orientar sobre hábitos alimentares equilibrados, estimulando o consumo adequado de frutas, verduras e legumes. Além disso, eles também podem indicar atividades físicas compatíveis com as preferências individuais dos jovens para promover uma rotina mais ativa.

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A partir de qual idade procurar um clínico geral?

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Qual especialista para criança de 11 anos?

Geralmente, os pediatras atendem crianças e adolescentes até os 18 anos. Um pediatra é um médico especializado no cuidado da saúde de crianças, desde o nascimento até a adolescência.

A partir dos 18 anos, muitas pessoas passam a buscar atendimento com um clínico geral. O clínico geral é um médico que possui conhecimentos amplos em diversas áreas da medicina e pode tratar uma ampla gama de condições de saúde.

No entanto, não há uma idade específica em que alguém deva necessariamente deixar de consultar um pediatra e começar a se consultar com um clínico geral. A transição para o clínico geral pode variar dependendo do paciente e das circunstâncias individuais.

Algumas pessoas podem optar por continuar consultando seu pediatra mesmo após completarem 18 anos, especialmente se já possuem uma relação estabelecida com esse profissional ou têm condições médicas crônicas que requerem acompanhamento contínuo.

Em casos especiais, como indivíduos com deficiências físicas ou mentais graves, pode ser necessário manter o acompanhamento com o pediatra por mais tempo além dos 18 anos.

É importante ressaltar que essa transição deve ser discutida entre o paciente (ou responsável) e os profissionais envolvidos na assistência à saúde. Eles poderão avaliar as necessidades individuais do paciente e orientá-lo sobre qual seria o momento adequado para iniciar as consultas com um clínico geral.

Qual o médico para adolescentes?

A hebiatra (especialidade médica dedicada aos cuidados dos adolescentes) Lilian Day Hagel, integrante do Departamento Científico de Adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), entende que a busca por assistência médica por parte dos meninos existe, o que falta é uma especialidade de referência. Segue abaixo uma lista com algumas informações relevantes sobre a idade mínima para passar no clínico geral:

1. A partir dos primeiros meses de vida, os bebês já podem ser levados ao clínico geral para acompanhamento e prevenção de doenças.

2. Durante a infância, as consultas regulares com o clínico geral são recomendadas para monitorar o crescimento e desenvolvimento da criança.

3. Na adolescência, é importante que os jovens também tenham acesso ao atendimento do clínico geral para questões relacionadas à saúde física e mental.

4. Não há uma idade específica determinada como limite inferior para consultar um clínico geral, pois cada caso pode variar dependendo das necessidades individuais.

5. Em casos de emergências ou sintomas preocupantes em qualquer faixa etária, é indicado buscar atendimento médico imediatamente.

6. Para crianças menores de 18 anos, é necessário estar acompanhado pelos pais ou responsáveis durante as consultas com o clínico geral.

7. O papel do clínico geral na saúde infantil e adolescente envolve diagnósticos iniciais e encaminhamentos adequados quando necessário.

8. É fundamental estabelecer um vínculo entre paciente e profissional desde cedo para garantir um acompanhamento contínuo ao longo da vida.

9. Além do clínico geral, outras especialidades médicas podem ser indicadas dependendo das necessidades específicas de cada paciente.

10. A busca por assistência médica deve ser incentivada desde cedo, visando a prevenção e o cuidado integral da saúde em todas as fases da vida.

É importante ressaltar que essas informações são gerais e podem variar de acordo com as recomendações médicas específicas para cada caso. Sempre consulte um profissional de saúde qualificado para obter orientações adequadas ao seu contexto individual.

Nome do ginecologista para adolescentes

O ginecologista infantojuvenil é um médico especializado em cuidar da saúde das meninas e adolescentes. Ele realiza exames para verificar se o crescimento e peso estão adequados, além de avaliar se há sinais de puberdade precoce ou tardia. Também observa se as secreções vaginais estão normais e verifica se o ciclo menstrual e o fluxo menstrual estão adequados.

É importante que as meninas comecem a consultar um ginecologista infantojuvenil a partir dos 13 anos, mesmo que ainda não tenham iniciado a vida sexual. Essas consultas são importantes para garantir que tudo esteja bem com seu desenvolvimento físico e hormonal. O médico também pode orientar sobre os métodos contraceptivos quando for necessário.

Durante a consulta, o ginecologista irá fazer perguntas sobre a saúde geral da paciente, como histórico familiar de doenças, uso de medicamentos e sintomas específicos relacionados à região genital. Além disso, ele realizará um exame físico para verificar possíveis alterações no órgão reprodutor feminino.