Clínica de Saúde Reprodutiva em São Paulo

Clinica De Aborto Em Sao Paulo

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Clínica de Interrupção Voluntária da Gravidez em São Paulo: Saiba mais!

Decidi me isolar no banheiro para ter um momento de privacidade. Antes de realizar o teste, li atentamente as instruções na embalagem, pois queria entender claramente como interpretar os resultados. Após fazer o teste e esperar alguns segundos ansiosos, deparei-me com o sinal de positivo que apareceu rapidamente. Fiquei tão abalada que tremia incontrolavelmente e peguei novamente a bula do teste em busca de alguma orientação adicional. Completamente nervosa e incapaz de processar qualquer outra informação, chamei uma amiga para entrar no banheiro comigo e literalmente joguei o teste e a bula em suas mãos desesperadamente pedindo: “Por favor, me diga que não é positivo”. As lágrimas começaram a escorrer pelo meu rosto enquanto ela olhava para mim com uma expressão chocada porém contida antes de confirmar tristemente que era um resultado positivo…

Os amigos que estavam presentes ficaram profundamente comovidos. Ainda abalado, enviei uma mensagem para o meu ex-parceiro (que já estava ciente do perigo iminente): “Deu positivo”, informei. Ele perguntou surpreso: “Sério?” Respondi afirmativamente e ele se interessou em saber como eu estava e se gostaria que ele viesse me encontrar.

Quando ele chegou, tivemos uma conversa. Ele me assegurou que estaria ao meu lado, independentemente da minha decisão. Perguntei se ele queria e precisei insistir um pouco para que confessasse que não desejava ter um filho naquele momento, mas também não queria me pressionar. Em seguida, ele me perguntou se eu queria e respondi que achava melhor não. Na época, eu tinha 27 anos e era bolsista, ainda morava com meus pais e não via perspectivas de estabilidade financeira ou independência a curto prazo. Meu ex-namorado também estava desempregado e vivendo com sua mãe. Não queria trazer uma criança ao mundo nessas circunstâncias. No entanto, isso não significa que eu nunca quis ter filhos…

Como posso realizar um aborto? Não tenho conhecimento sobre os custos envolvidos e nem por onde começar a buscar informações. E se algo der errado durante o procedimento? E se eu acabar sendo presa?

“Não tive coragem de tomar a pílula”

A intensidade dos sentimentos que experimentei é algo indescritível e que não desejo a ninguém. Os dias seguintes foram extremamente difíceis. Minha alimentação ficou comprometida, eu acordava e dormia com o pensamento “estou grávida” martelando em minha mente. Decidi então procurar um posto de saúde próximo à minha residência para realizar o teste de sangue, cujo resultado foi positivo.

Passando noites e dias angustiantes, eu me esforçava para não deixar meus pais perceberem o que estava acontecendo. Era uma situação desesperadora. Eu me sentia perdido, sem saber qual decisão tomar. Não tinha certeza se queria prosseguir com aquilo ou não, e caso decidisse não seguir em frente, também não sabia como lidar com essa escolha. Meus amigos estavam tão confusos quanto eu e não sabiam como oferecer ajuda nessa situação delicada.

Após um ou dois dias, decidi compartilhar com minha irmã sobre o que estava acontecendo. Para minha surpresa, ela acabou contando ao meu irmão. Foi reconfortante encontrar apoio nas pessoas que menos esperava: minha própria família. Não porque duvidasse de sua capacidade de compreender, mas porque eles não me julgaram nem me repreenderam em nenhum momento (o que naquela situação só pioraria meu estado emocional).

Decidi que não era o momento certo para ser mãe e, com a ajuda financeira do meu irmão, comecei a procurar outras opções. Comprei um medicamento chamado Cytotec, mas acabei decidindo não utilizá-lo. Fiquei preocupada e pensei que poderia ser uma experiência muito traumática, já que li muitos relatos assustadores sobre isso. Comecei então a pesquisar clínicas na minha cidade. Descobri que as duas clínicas mais conhecidas já não existiam mais e fiquei sabendo de rumores de lugares duvidosos onde eu poderia encontrar esse tipo de serviço. Isso me deixou com medo…

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“A clínica de curetagem”

Então, um conhecido do meu ex-namorado me indicou uma clínica em outra cidade. Ao mesmo tempo, um amigo meu também me passou o contato dessa mesma clínica e ainda me apresentou a alguém que já havia feito o mesmo procedimento lá alguns meses antes. Essa pessoa garantiu que o local era higienizado, o médico era confiável e que tudo era realizado com respeito e cuidado, como deveria ser.

Entre em contato com a clínica, agendei minha consulta e fiz uma longa viagem de ônibus por seis horas e meia para chegar lá. Passei a noite em um hotel e, no dia seguinte, minha amiga chegou para me acompanhar. Ao chegarmos à clínica, percebi que se tratava de um local voltado para procedimentos estéticos. Antes de irmos para a sala de operação, o médico conversou comigo, explicando todos os detalhes do procedimento e tirando minhas dúvidas.

Disse que as clínicas funcionam com total aval do estado, já que toda semana ele pagava uns policiais para poder manter aquilo ali funcionando. Já na sala onde a curetagem ia acontecer, tinha uma anestesista e uma enfermeira. A anestesista me injetou com três coisas: anticoagulante, remédio pra dor e a anestesia geral. Antes da anestesia, ela disse que ia esperar o médico chegar pra falar comigo. Enquanto o médico não chegava, a enfermeira me disse que teria que amarrar as minhas pernas, porque como eu ia dormir, se ela não amarrasse, elas iam cair. Ela amarrou, o médico chegou e me disse “bons sonhos”, a anestesia entrou no meu sistema e eu apaguei.

Acordei me sentindo sonolento e fui levado para um quarto com uma cama e banheiro, onde minha amiga estava me esperando. Eu tinha deixado meu celular com ela para que pudesse manter amigos e familiares informados sobre o que estava acontecendo (se eu estava bem, etc.). Ela disse que tudo não durou mais do que dez minutos. Assim que o efeito da anestesia passou, recebi um lanche e o médico veio ao quarto para conversar comigo pela última vez e me fornecer seu contato caso eu sentisse algo estranho ou tivesse alguma dúvida. Sangrei apenas naquele dia e experimentei mais dor no braço em que fui injetado com medicamentos do que cólicas.

No dia 9 de agosto de 2018, em meio à negação da legalização do aborto na Argentina, foi possível observar um cenário perturbador: a realização de um aborto com apenas dez minutos e o custo de R$ 5500 em dinheiro. Essa prática ocorreu em uma gestação de quatro semanas e levanta questões sobre os desafios enfrentados pelas mulheres que buscam interromper uma gravidez indesejada.

“Não há manual para quando se descobre uma gravidez indesejada”

Neste trecho, não mencionei algumas histórias importantes. Por exemplo, não falei sobre como procurei uma psicóloga dois dias após descobrir minha gravidez e como isso foi crucial para mim. Também não mencionei como muitas das minhas amigas, das quais eu esperava apoio emocional, nem sequer perguntaram como eu estava depois de tudo o que aconteceu. Uma delas até mesmo adotou uma postura moralista.

Não há um guia definitivo sobre como lidar com uma gravidez indesejada e a decisão de fazer um aborto em um país onde isso não é legal. Além disso, não mencionei como meu ex-parceiro foi completamente negligente nessa situação, pois ele não me ofereceu nenhum apoio emocional e, já que estava desempregado na época, eu acabei assumindo a maior parte da responsabilidade financeira para pagar pelo procedimento. Essa dívida ainda está pendente até hoje.

Não mencionei que quando ele me procurou, havia acabado de terminar um relacionamento com outra pessoa e acabei lidando com essa situação também porque ele foi covarde. Também não mencionei o quanto me senti sozinha durante meses depois de cortar relações com algumas amigas e não encontrar apoio no meu ex. Passei muito tempo chorando, seja no ônibus, durante o intervalo do trabalho ou antes de dormir todas as noites. Sentia um vazio imenso, culpa e tristeza intensa.

Não mencionei que fiz um ultrassom e, ao olhar para o resultado depois de decidir pelo aborto, senti uma sensação semelhante ao luto. Também não relatei como meu aniversário de 28 anos, um mês e meio após o aborto, foi extremamente solitário. Além disso, não mencionei como contei aos meus pais sobre o ocorrido alguns meses depois e eles foram incrivelmente compreensivos e amorosos. E também tenho ótimos amigos que têm sido incríveis nesse processo. Atualmente, quase não choro mais…

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Claro que essa foi a minha experiência. Existem pessoas que se sentem completamente diferentes e isso é perfeitamente normal também. Este não é um guia sobre como se sentir, como mencionei anteriormente. É apenas um relato, uma expressão de sentimentos. Um relato anônimo porque ainda existe um tabu em torno desse assunto e é difícil falar sobre isso fora do contexto terapêutico. Uma mulher privilegiada compartilhando sua experiência de poder pagar por um aborto seguro, digno e humano…

Se você passou por um aborto e está se sentindo confusa e triste, aqui estão algumas sugestões que podem ajudar: caso seja possível, busque o apoio de um psicólogo ou alguém em quem confie para conversar. Isso realmente faz diferença, posso garantir. Além disso, escrever pode ser terapêutico. Eu costumava manter um caderno onde desabafava sempre que me sentia muito triste. Não se culpe e afaste-se de pessoas que te façam sentir dessa forma. Se desejar, procure relatos de outras pessoas que também tenham passado por essa experiência; isso me ajudou bastante. No YouTube há um documentário brasileiro chamado “Clandestinas”.

Quem senta no Divã dessa semana é uma leitora anônima, porque o aborto ainda é ilegal no Brasil

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As opiniões apresentadas são de responsabilidade exclusiva do autor e não representam necessariamente as da Revista AzMina. O objetivo é promover a discussão sobre diferentes correntes de pensamento na atualidade.

A interrupção da gravidez é considerada um crime?

O Projeto de Lei 998/23 propõe que seja considerado crime de tortura constranger alguém ou agir para retardar, dificultar ou impedir a interrupção da gravidez dentro das situações permitidas pela legislação brasileira. Atualmente, o Código Penal permite o aborto em casos específicos, como quando há risco de vida para a gestante e nos casos de gravidez resultante de estupro.

Essa proposta visa assegurar que as mulheres possam exercer seu direito à autonomia sobre seus corpos e tomar decisões importantes relacionadas à sua saúde reprodutiva. Além disso, busca coibir práticas abusivas que visem impedir ou dificultar o acesso ao aborto legalmente permitido no Brasil.

Legalização do aborto no Brasil

No Brasil, o aborto é permitido em apenas três situações específicas. A primeira é quando a gravidez ocorre como resultado de estupro, ou seja, quando a mulher foi vítima de violência sexual. A segunda é quando há risco à vida da mulher caso a gestação prossiga, podendo colocar sua saúde em perigo. E por fim, o aborto também é autorizado nos casos em que o feto apresenta anencefalia, uma condição na qual parte do cérebro não se desenvolve corretamente.

Fora dessas circunstâncias mencionadas acima, qualquer forma de interrupção da gravidez no Brasil é considerada crime segundo o Código Penal vigente desde 1940. Isso significa que mulheres que desejam realizar um aborto fora das exceções legais podem enfrentar penalidades legais e até mesmo prisão.

A discussão sobre a legalização do aborto tem sido bastante debatida no país nos últimos anos. Defensores argumentam pela importância do direito das mulheres sobre seus próprios corpos e pela necessidade de garantir acesso seguro ao procedimento médico para evitar mortes e complicações decorrentes dos abortos clandestinos realizados atualmente. Por outro lado, existem aqueles que defendem valores religiosos e éticos contrários à prática do aborto em qualquer circunstância.

Apesar das divergências de opiniões e da legislação restritiva atualmente vigente no país, clínicas especializadas em realizar procedimentos de interrupção voluntária da gravidez estão presentes em São Paulo oferecendo atendimento às mulheres que buscam esse serviço dentro dos limites legais estabelecidos pelo código penal brasileiro.

Ele não me quer mais porque estou grávida?

Aqui estão alguns possíveis motivos para essa rejeição sexual durante a gravidez:

1. Medo de machucar o bebê: Muitos homens têm receio de praticar sexo durante a gestação por medo de prejudicar o desenvolvimento do feto.

2. Mudanças no corpo da mulher: As transformações físicas pelas quais a mulher passa podem gerar insegurança nos homens, fazendo com que se sintam menos atraídos sexualmente.

3. Preocupações financeiras: A chegada de um filho traz consigo preocupações financeiras adicionais, como gastos com enxoval, consultas médicas e outros cuidados relacionados ao bebê. Essa pressão pode levar à diminuição do desejo sexual.

4. Estresse emocional: A expectativa da paternidade pode causar estresse emocional nos homens, levando-os a se distanciar emocionalmente da parceira.

5. Falta de comunicação: A falta de diálogo sobre as emoções envolvidas nesse momento tão importante pode dificultar ainda mais uma conexão íntima entre o casal.

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6. Alterações hormonais masculinas: Assim como as mulheres passam por alterações hormonais durante a gravidez, os homens também podem ter seus níveis hormonais afetados, o que pode influenciar no desejo sexual.

7. Preocupações com a saúde da mulher: Alguns homens podem se preocupar excessivamente com a saúde e bem-estar da parceira durante a gestação, o que pode inibir sua vontade de praticar sexo.

8. Falta de tempo e energia: A chegada de um bebê demanda muita atenção e cuidado, deixando pouco tempo e energia para atividades íntimas entre o casal.

9. Mudança na dinâmica do relacionamento: Com a chegada do filho, é natural que haja uma mudança na dinâmica do relacionamento, fazendo com que alguns casais tenham dificuldades em manter uma vida sexual satisfatória.

10. Expectativas sociais: Algumas expectativas sociais sobre como deve ser um casal grávido podem gerar pressão nos homens para agirem de determinada forma ou até mesmo reprimir seu desejo sexual.

Permissão para aborto até 12 semanas?

O aborto é um procedimento que consiste na interrupção da gravidez antes do nascimento do feto. No Brasil, o aborto é considerado crime, exceto em duas situações específicas: quando há risco de vida para a gestante e quando o feto é diagnosticado com anencefalia.

A anencefalia é uma condição em que o cérebro não se desenvolve adequadamente durante a gestação. Isso significa que o feto não terá capacidade de sobreviver fora do útero e não terá uma vida viável após o nascimento. Nessas circunstâncias, as mulheres têm o direito legal de interromper a gravidez até a 12ª semana.

Quando há risco de vida para a gestante, também é permitido realizar um aborto seguro dentro das primeiras 12 semanas de gestação. Essa medida visa proteger a saúde e preservar a vida da mulher diante de complicações graves ou potencialmente letais decorrentes da continuidade da gravidez.

É importante ressaltar que essas são as únicas exceções previstas pela lei brasileira para permitir o aborto legalmente no país. Fora dessas situações específicas, qualquer forma de interrupção voluntária da gravidez ainda é considerada ilegal no Brasil e pode acarretar consequências legais para quem realiza ou facilita esse procedimento.

O processo de interrupção da gravidez

O aborto induzido é quando uma mulher decide terminar sua gravidez de forma voluntária, seja através de cirurgia ou medicamentos. Existem duas maneiras principais de realizar o aborto: a primeira é por meio da remoção cirúrgica do conteúdo do útero, e a segunda é através da administração de certos medicamentos.

A clínica de aborto em São Paulo oferece assistência médica especializada para mulheres que desejam interromper suas gestações. Essas clínicas possuem profissionais qualificados e seguem todas as normas legais estabelecidas pelo país.

As clínicas oferecem um ambiente seguro e confidencial para as mulheres discutirem suas opções e receberem cuidados adequados durante todo o processo. Além disso, elas fornecem informações sobre os métodos disponíveis, os riscos envolvidos e também apoio emocional antes, durante e após o procedimento.

É importante ressaltar que a decisão sobre fazer um aborto é extremamente pessoal e deve ser tomada pela mulher com base em suas próprias circunstâncias individuais. A clínica de aborto em São Paulo está lá para apoiar essas mulheres nessa escolha difícil, garantindo que elas tenham acesso aos cuidados necessários com segurança e respeito à sua autonomia reprodutiva.

Os perigos de uma gravidez não planejada

No caso da falta de intenção, quando uma gravidez não é planejada ou desejada, podem surgir diversos riscos para a saúde da mãe e do bebê. A falta de cuidados adequados durante a gestação pode levar à desnutrição, o que pode causar problemas no desenvolvimento do feto e até mesmo complicações graves para a mãe. Além disso, doenças e negligências também podem ocorrer nesses casos, aumentando ainda mais os riscos para ambos.

Além dos problemas de saúde imediatos, uma gravidez sem propósito também pode ter impacto significativo na vida futura da mulher. A alta fertilidade em ciclos sucessivos dificulta o acesso à educação e ao emprego estável, limitando as oportunidades profissionais e financeiras. Isso acaba contribuindo para um ciclo de pobreza que pode se perpetuar por gerações.

Lista:

1) Riscos à saúde física da mãe: desnutrição, complicações durante a gestação;

2) Riscos à saúde do bebê: desenvolvimento inadequado;

3) Doenças relacionadas à falta de cuidados adequados;

4) Negligência com relação aos cuidados pré-natais;

5) Impacto na vida futura da mulher: dificuldade no acesso à educação e emprego estável;

6) Ciclo de pobreza que pode se perpetuar por gerações;

7) Necessidade de acesso a informações sobre contracepção e serviços de aborto seguro em clínicas especializadas.